O que você nunca faria em um projeto de interiores? O que você não acha funcional, incorreto, ridículo, horrivel, etc? Todos nós ja vimos soluções que acabam com um ambiente e que não fariamos nunca em nossas casas. Aquelas que dá vontade de sair correndo... e o dono da idéia ainda pergunta: - Ficou tão bom, você não acha?
Eu tenho pavor de lembranças de viajem. Nem todas são bonitas e algumas até muito bregas. Quando espalhadas pela sala, eca! `ehorrivel.Mas dei a solução em um projeto. Juntei todas em um movel "vitrine" com um design personalizado específico para isto. Virou uma coleção. Ficou muito bom.
misturar estilos nao quer dizer ser brega , mas no caso aqui foi um exagero de informacoes e muita desarmonia nas cores e estilos.O exagero esta em tudo,nao consigo aproveitar nada .
Exagero de informações. Essas palavras da Daniela Franco Rossi foram perfeitas. Valem não só para essa imagem como para os projetos que menos gosto. Alguns são tão sobrecarregados que não sabemos se resta espaço no ambiente para nós mesmos.
Abraços para todo o ADC.
Eu acho que não usaria jamais um cavalete de quadro como suporte de TV LCD....
Embora eu não acredite muito em "jamais","nunca" e outras palavras deste tipo, pois
sou do tempo que meia de lurex com sandália de salto alto era lindo! (hehehehe)
Enfim....essa imagem do cavalete-suporte foi dura de engolir!
Jamais seria anti-ético comigo (com aquilo que acredito) ou com o cliente. Não me preocupo tanto com a linguagem ou forma ou mesmo "estilo". Coloco sempre em primeiro lugar a satisfação do cliente. A maioria dos clientes tem idéias ou (pré)conceitos equivocados. Por isso eles nos contratam.
Eu "nunca" me apego ao(s) objeto(s) e nem a pessoas o que me interessa é o exercício e como ele se dá ou responde em relação com as ansiedades, os desejos, as culpas, as dores, enfim, a toda a psique do cliente. É fascinante para mim este confronto/encontro entre o meu modo de projetar e todos os aspectos psicológicos do cliente que se manifestam durante o processo. Você conhece melhor as pessoas, como elas funcionam, como elas vivem, o que elas sentes, como elas vêem o mundo que as cerca. Assim, evito decepções ou frustrações...Eu as aceito como elas são. Com muito critério, conduta e profissionalismo interfiro no "modus operandi" dos clientes e somente quando tenho certeza que aquilo é o melhor para ele ou quando eles nem sabem o que é melhor pra eles.
Em resumo, jamais seria impositivo.